Ao longo deste ano a CAP irá organizar um Ciclo de Conferências sobre Gestão Florestal, Território e Riscos Naturais com o propósito de contribuir para uma melhor compreensão do contrato social proposto aos proprietários florestais, hoje em dia predominantemente destinatário de recriminações e exigências, em lugar de ser credor de reconhecimento e apoio na sua atividade.

Na primeira sessão do ciclo de conferências “Gestão florestal, território e riscos naturais” que a Confederação dos Agricultores de Portugal leva a cabo no dia 27 de Fevereiro, procurar-se-á contribuir para uma melhor compreensão pública de como o fenómeno dos incêndios rurais tem evoluído nas últimas décadas e do contexto em que a silvicultura se desenvolve no nosso território, abordando questões como a mudança do clima e recorrência de eventos meteorológicos extremos, a relação da composição específica da floresta com os incêndios e, finalmente, as alterações do uso do território rural, da sua população e das condições sociais e económicas em que a gestão da floresta ocorre.

A sessão realiza-se no Auditório da Ordem dos Engenheiro [na Av. António Augusto de Aguiar, 3-D, em Lisboa] e terá início pelas 14h30.

Para esta 1ª Conferência, a CAP convidou quatro personalidades de referência, a saber: Marc Castellnou, da Pau Costa Fundation, Ricardo Trigo, do Instituto Dom Luiz, Paulo Fernandes, da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, e Luís Braga da Cruz, da Forestis.

A Ordem dos Engenheiros, a Agência para a Gestão Integrada dos Incêndios Florestais (AGIF) e o PEFC Portugal (Programa para o Reconhecimento da Certificação Florestal) associam-se no apoio evento.


Inscreva-se aqui ou em www.cap.pt