Domingo, 24 Setembro 2017

CAP.PT: SERVIÇOS » SAA
 
- O que é o SAA?
- Porque deve aderir ao SAA?
- Quais as vantagens?
- O que é a condicionalidade?
- Como aderir?



 
O que é o SAA?

O Serviço de Aconselhamento Agrícola da CAP é um serviço que a Confederação, em colaboração com as Organizações de Agricultores parceiras neste projecto, disponibiliza aos agricultores no âmbito da Condicionalidade.


O nosso compromisso é:
  • Analisar a sua exploração no ambito da Condicionalidade;
  • Identificar as normas que têm de cumprir;
  • Produzir um diagnóstico rigoroso;
  • Apresentar soluções para os problemas.


 
Porque deve
aderir ao SAA?

Para proteger as suas ajudas e evitar penalizações.

O SAA permite-lhe ficar a conhecer as suas obrigações no âmbito da Condicionalidade e que, a não serem respeitadas, condicionam o pagamento das suas ajudas.

Complementarmente, pode evitar reduções no pagamento do RPU, prémios animais, Medidas Agro-Ambientais, ...

Pode ainda salvaguardar-se das penalizações noutros âmbitos, ao ficar alertado para múltiplas obrigações e a forma de as cumprir, como por exemplo, as da Higiene e Segurança no Trabalho, correco armazenamento de fitofármacos e alimentos animais, ...



 
Quais as
vantagens

  • Cumprindo as recomensações emitidas pelo SAA, evitará penalizações totais ou parciais das suas ajudas;
  • Pode efectuar um Pedido Único mais correcto já que é realizado um levantamento de campo exaustivo, abrangendo todas as parcelas e infra-estruturas agrícolas da exploração sendo incluídas adicionalmente correcções aos limites das parcelas e suas ocupações culturais;
  • Passa a conhecer a localização concreta das suas parcelas em Zona Vulnerável e/ou Rede Natura 2000, bem como as obrigações associadas;
  • Fica na posse de um software que lhe permite consultar as recomendações,os ortofotomapas onde estão identificadas as suas parcelas e proceder a medições, que lhe poderão ser úteis, no planeamento futuro da exploração;
  • Recebe avisos regulares, por email, sobre obrigações da Condicionalidade.


 
O que é a
Condicionalidade?

A Condicionalidade é um elemento da PAC que pretende garantir que o agricultor pratica uma agricultura que respeita o ambiente, preserva a saúde e bem-estar animal e promove a segurança alimentar e, simultaneamente, visa assegurar a manutenção das terras em boas condições agrícolas e ambientais, impedindo o abandono das terras agrícolas, num regime de apoios desligados da produção.

Assim, os agricultores que beneficiem de:
  • Ajudas directas: RPU, prémios específicos, ...
  • Medidas Agro-Ambientais, Medidas Silvo-Ambientais, Apoio à Manutenção da Actividade Agrícola em Zonas Desfavorecidas, Apoio à Primeira Florestação de Terras Agrícolas;
  • Apoio à Reestruturação e Reconversão das Vinhas ou do Prémio ao Arranque da Vinha (ao abrigo da noa OCM vitivinícola),

têm de satisfazer as obrigações impostas pela Condicionalidade, ou seja têm de cumprir os Requisitos Legais de Gestão (obrigações em matéria de ambiente, saúde pública e animal, fitossanidade e bem-estar animal) e as Boas Condições Agrícolas e Ambientais (BCAA) em todas as actividades agrícolas em todos os terrenos agrícolas da exploração.

Em cas de incumprimento, da responsabilidade do agricultor, o montante total dos pagamentos referidos do ano em causa, é reduzido ou, mesmo totalmente suprimido.



 
Como aderir?

Pode solicitar um orçamento grátis aqui, pedir mais esclarecimentos numa organização parceira da CAP ou em alternativa, contactar-nos directamente:

Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar
21 710 00 64


 
     
  Entidades reconhecidas pelo MAMAOT  
     
  ENTRE-DOURO E MINHO: AGRESTA; Associação dos Jovens Agricultores do Vale do Sousa; LEICAR; VALDELIMA; VESSADAS; ANCRA; ACRIBAIMAR; CIR

TRÁS OS MONTES: C. G. de Empresas Agrícolas Vimiosense; AFUVOPA; ANCABRA; ANCSUB; A. A. Terras do Barroso e Alto Tâmega; C. G. Agrícola de Valpaços; C. G. da Empresa Agrícola do Barroso; Mútua de Basto/Norte; OPP Vinhais; Associação Florestal de Ribeira de Pena; AOTAD; APPITAD; A. A. do Vale Da Vilariça; Associação de Fruticultores do Concelho de Armamar; A. A. do Planalto Mirandês; C. G. Agrária do Cima Corgo; C. G. da Empresa Agrícola do Marão; C. G. do Entre Douro e Côa; C. G. E. A. do Vale do Tua; SILVIDOURO; ANCRAS; ARATM; ACRIGA; AMÊNDOACOOP; Associação e Centro de Gestão dos produtores de leite do Planalto Mirandês; Bons e Valentes - Associação de Criadores de Gado; ADS Torre de Moncorvo; AGRIGIESTAS; CIR

VISEU: APIDÃO; CIR

GUARDA: AAPIM; ACRIALMEIDA; ACRIGUARDA; Associação dos Produtores Florestais do Concelho de Figueira de Castelo Rodrigo; CELFLOR; CIR

CASTELO BRANCO: APPIZÊZERE; AGRI; AFLOBEI; APABI; OLIVISICÓ; OVIBEIRA; ACRIPINHAL; CIR

SANTARÉM: BENAGRO; CIR

TORRES VEDRAS: AATV; APAS; A. A. da Região de Alcobaça; Associação de Viticultores de Alenquer; Cooperativa Agrícola de Alcobaça; Centro de Gestão da Empresa Agrícola de Óbidos; 5RIOS; CIR

ÉVORA: AJASUL; APORMOR; A. A. de Alcácer do Sal; Associação de Beneficiários do Lucefecit; ANCPA; A. A. do Distrito de Portalegre; Adega Cooperativa de Portalegre; Associação de Criadores de Bovinos Mertolengos; CIR

LISBOA: AVIPE; CIR

BEJA: A.A. do Concelho de Serpa; Cooperativa Agrícola de Beringel; Cooperativa Agrícola de Moura e Barrancos; Associação de Jovens Agricultores de Moura; AABA; ACOS; Associação de Criadores do Porco Alentejano; AACB; CIR

18-09-2013