Quinta-Feira, 17 Maio 2012

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Comunicados de Imprensa

Antecipação de prazo de pagamento abrange cerca de 700 produtores nacionais

Lisboa, 4 de Abril de 2012 – A Confederação dos Agricultores de Portugal (CAP) e o Pingo Doce apresentam uma iniciativa de apoio aos produtores nacionais de frescos que consiste na antecipação, sem custos financeiros e para uma média de 10 dias, do prazo de pagamento pelo Pingo Doce a 402 fornecedores oriundos do sector primário.

A medida resulta dos esforços continuados desenvolvidos pela CAP com vista à sensibilização dos vários agentes para a difícil situação socioeconómica em que se encontram os agricultores portugueses, a que se juntaram evidências sustentadas de dificuldades de acesso a soluções de financiamento diagnosticadas pelo Pingo Doce junto de muitos dos seus fornecedores nacionais de produtos do sector primário, designadamente pequenos e médios produtores com modelos de negócio viáveis mas cuja sustentabilidade está ameaçada pelo enquadramento económico e financeiro.

A falta de liquidez constitui-se, de facto, para estes fornecedores, num importante obstáculo à gestão corrente dos seus negócios, ameaçando mesmo, em muitos casos, a sua continuidade. Para o Pingo Doce, a estabilidade da sua rede nacional de abastecimento é crítica para o seu próprio sucesso no mercado e as relações que tem estabelecidas com centenas dos seus fornecedores são consideradas fundamentais para o posicionamento competitivo da marca no curto, médio e longo prazos.

Assim, após a análise detalhada de cada situação particular, o Pingo Doce decidiu que, durante os próximos 12 meses e com carácter extraordinário, irá selectivamente reduzir para uma média de 10 dias o prazo de pagamento a 402 dos seus fornecedores do sector primário. Estes fornecedores correspondem, na realidade, a cerca de 700 produtores na medida em que muitos se organizam em associações ou cooperativas, e representam cerca de 50% dos fornecedores nacionais de perecíveis do Pingo Doce.

A medida, que tem um carácter extraordinário, permitirá contribuir para a estabilidade da cadeia de abastecimento às lojas e para a própria sustentação do sector primário.

O Pingo Doce considera que esta é uma medida que, embora tendo um impacto no curto prazo no seu capital circulante estimado entre 80 e 100 milhões de euros, é determinante para a sua estratégia de competitividade e de sustentabilidade de longo prazo.


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Prémio "melhores jovens agricultores"

A Confederação dos Agricultores de Portugal e o Eurodeputado Nuno Melo organizam, pela primeira vez, os “Prémios para os Melhores Jovens Agricultores de Portugal”, com o objectivo de escolher os melhores projectos agrícolas realizados no nosso país por parte de jovens agricultores e divulgá-los em Bruxelas, no Parlamento Europeu.

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CAP Denuncia Votação de Comissão Parlamentar Europeia

CAP Denuncia Votação de Comissão Parlamentar Europeia Contra Interesses da Agricultura Portuguesa: A Confederação dos Agricultores de Portugal denuncia a aprovação do processo de liberalização do comércio de frutas e hortícolas entre a União Europeia e Marrocos, ontem, por parte da Comissão Parlamentar Europeia do Comércio Internacional. Trata-se de uma ação oposta aos interesses dos produtores nacionais e que manifestamente prejudica a agricultura portuguesa e o contributo que esta pretende dar à recuperação da economia nacional, num momento particularmente crítico para o país.

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CAP Denuncia Atrasos Injustificáveis por Parte do IFAP

A CAP considera injustificável a actual situação de atraso no pagamento das Medidas Agro e Silvo-Ambientais por parte do IFAP. Por irresponsabilidade deste Instituto, os agricultores ficam mais uma vez privados de um montante financeiro ao qual legitimamente têm direito, particularmente numa altura em que em que o Estado exige a todos os cidadãos maior rigor no cumprimento das suas obrigações.

Já em Setembro se havia verificado a um atraso injustificável no pagamento do saldo de 30% dos apoios às Medidas Agro e Silvo-Ambientais, referentes ao ano de 2010. Agora, novamente sem que haja qualquer tipo de justificação, com excepção da incompetência e o desrespeito pelos agricultores, o IFAP volta a falhar no cumprimento das suas responsabilidades.

Para a CAP, é inaceitável a negligência demonstrada pelo IFAP ao não tomar as medidas necessárias para a correcção dos problemas ocorridos em Setembro, voltando a penalizar milhares de agricultores.

O pagamento do adiantamento de 70% do apoio relativo ao ano de 2011, que agora está previsto para o dia 31 de Outubro, deveria abranger os cerca de 21 mil agricultores que apresentaram os seus pedidos de pagamento no PU 2011, a que corresponderia um montante de 50 milhões de euros. No entanto, segundo as informações ontem divulgadas pelo IFAP, este pagamento será efectuado apenas a 9.512 agricultores e envolverá somente metade do valor inicialmente previsto.

Para além disso, foi ontem anunciado o adiamento, por mais de um mês, do pagamento aos 6.203 agricultores beneficiários da Acção 2.2.2 – Protecção da Biodiversidade Doméstica.

A CAP considera que pretender justificar este adiamento com a “necessidade de proceder a alterações técnicas”, decorrentes das alterações introduzidas na legislação há já mais de um ano (Portaria n.º 814/2010, de 27 de Agosto), constitui um total desrespeito pelos agricultores e só demonstra a incapacidade dos serviços do IFAP em cumprir a sua função essencial: pagar os apoios aos quais os agricultores portugueses têm direito dentro dos prazos estabelecidos.

Esta actuação do IFAP é intolerável, nomeadamente no contexto da grave situação económica que o nosso país atravessa, impedindo os agricultores de cumprirem os seus compromissos financeiros com os fornecedores e com a banca, e não permitindo a introdução de milhões de euros na já tão debilitada economia rural.

Por outro lado, este tipo de incumprimento por parte do IFAP, cria um clima de desconfiança sobre a real disponibilidade financeira anunciada pelo Ministério da Agricultura para o financiamento do PRODER, o que vem prejudicar a concretização dos investimentos neste sector.


CAP, 28 de Outubro de 2011

CAP Apoia Contestação dos Viticultores Durienses

A CAP apoia a contestação dos produtores de vinho do porto à decisão do IVDP – Instituto dos Vinhos do Douro e do Porto – quanto à fixação do “benefício” para esta colheita (quantidade de vinho do Douro que cada produtor pode destinar à produção de vinho do Porto). Os produtores estão neste momento a receber a comunicação do IVDP quanto ao número de pipas que lhes são atribuídas para produção de vinho do Porto e a constatar a grave situação económica em que estão a ser colocados.

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CAP exige compensação para produtores hortícolas

A CAP manifesta preocupação face à actual situação dos produtores hortícolas portugueses, devido aos problemas verificados com o consumo de pepinos na Alemanha, reitera a confiança na produção hortícola nacional, exige a averiguação de responsabilidades das autoridades alemãs e europeias, e exige uma compensação para os produtores.

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CAP apoia promoção dos produtos nacionais

A CAP apoia a iniciativa de promoção da produção agrícola nacional que se realiza no próximo Sábado, dia 18 de Junho, na Avenida da Liberdade, em Lisboa.

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CAP DECIDE NÃO ASSINAR DECLARAÇÃO CONJUNTA


A CAP decidiu não assinar a declaração conjunta sobre um acordo tripartido para a competividade e emprego.

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CAP discorda da decisão do governo de aumentar salário mínimo

Tanto pela forma como foi apresentada como pelo conteúdo da decisão, a CAP não pode concordar com o aumento do salário mínimo nacional para 500 euros, em 2011.

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